“Moana” (2016) – Boa aventura e lição de vida

Não nego que sou fã da Disney desde pequena. Raramente eu vejo a Disney errar na mão. Muito pelo contrário, normalmente seus filmes são muito bons (veja bem, normalmente não significa sempre, pois admito que tem uns fracassos no meio).

Moana fala sobre uma jovem futura chefe de sua tribo que luta para que sua ilha não seja sucumbida ao fim. Com a ajuda do semi-deus Maui, ela tenta trazer de volta o balanço entre a natureza. E, para isso, precisa sair de sua ilha e se aventurar em um mar desconhecido, cheio de perigos.

O filme me surpreendeu de diversas formas:

1) Fugiu do padrão “princesa indefesa e delicada” da Disney, que era adotado na maioria de seus filmes. Mostrou uma verdadeira líder e que ser mulher não significa ser sexo frágil. Moana é independente e guerreira.

2) Não teve príncipe! Sim, a Disney inovou em não ter um príncipe que casasse com ela no final, mas sim um grande amigo, que também foge completamente do padrão Disney de beleza.

3) Ensina a importância do respeito e equilíbrio com a natureza. Mostra que sem a natureza, não há vida; que sem o respeito à natureza, a vida fica escassa.

4) O trabalho em grupo! Mostra que em conjunto, o trabalho se torna ainda mais grandioso. Moana não consegue vencer sozinha, ela precisa e tem a ajuda de Maui, de sua avó, e até mesmo da galinha maluca comedora de pedras.

Achei o filme fantástico! Digno de ser assistido por todos e, principalmente, as crianças, pois deixam mensagens muito lindas e muito legais que elas deveriam aprender desde cedo: Igualdade entre homens e mulheres, o respeito à natureza, o trabalho em conjunto e que não é preciso seguir um padrão de beleza imposto para ser bonito. Além de tudo isso, o filme é verdadeiramente divertido e engraçado. Super recomendo!!

Share this post

Roberta Porto

é advogada e cantora de uma banda de rock nas horas vagas. Além da paixão por cinema, costuma se aventurar dentro do ramo da gastronomia.