“Christine – O Carro Assassino” (1983) – Terror com bons efeitos especiais

Depois de 06 meses sem das as caras, eu voltei! Peço desculpas pelo sumiço e tentarei trazer as reviews semanalmente (juro que vou tentar) de filmes bons e de filmes ruins, porque filme ruim eu devo avisar a vocês para não assistir, né? E para marcar a volta com chave de ouro, nada melhor que trazer um clássico do cinema. Portanto, hoje eu trago para vocês a review de “Christine, O Carro Assassino”. Se você juntar o mestre do terror, Stephen King, e um dos mestres do cinema, John Carpenter, o resultado é sempre certo: um filme perfeito.

Baseado em um livro do Stephen King, a história fala sobre um adolescente chamado Arnie, que sofre bullying no colégio e é reprimido pelos pais (meio clichê, confesso, mas…). Até que um dia, ele encontra Christine, um carro para lá de acabado e, mesmo assim, o compra e resolve reformar a Christine. Até aí está tudo bem, porém, a coisa inicia a desandar quando Arnie começa a sofrer influências da Christine, e são influências bem ruins, chegando a deixar seu dono obcecado por ela, e é nesse momento que começam as mortes.


O filme não chega a explicar exatamente o que é a Christine, uma vez que ela tem vida própria, é ciumenta, possessiva e sempre influencia de forma negativa a vida de seus donos, chegando a se livrar de tudo e todos que ficam entre eles.

O interessante também é perceber os efeitos especiais da época, que foram considerados revolucionários. De fato, até para os padrões de efeitos atuais, são excelentes efeitos especiais. As cenas que mostram a Christine se remontando são muito bem feitas, mesmo sendo feitas manualmente. Ficaram impecáveis, não perdendo para os efeitos de hoje.

Outra coisa que eu não poderia deixar de falar: a trilha sonora! Simplesmente perfeita! Tem Led Zeppelin e tem Creedence. Isso deixa o filme ainda mais perfeito! História boa, trilha sonora fantástica, efeitos perfeitos, atuação… hmm… deixa esse para lá..

Super recomendo esse filme! Ele te envolve de forma que você chega a ficar tenso. E o final é bem a cara do King mesmo. Se você se interessou em assistir ou quer apenas reassistir, ele se encontra no catálogo da Netflix. #RecomendoDemais

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Roberta Porto

é advogada e cantora de uma banda de rock nas horas vagas. Além da paixão por cinema, costuma se aventurar dentro do ramo da gastronomia.

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